Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Mesmo com elevadas probabilidades de morrer
arrisca o êxodo


Os caminhos pacíficos entre a Europa e África foram interrompidos
na segunda metade do sec. XX.  Alguém disse: daqui por 50 anos
 voltarão, falta pouco.
















Vivemos uma época de fundamentalismos, ou melhor: para os fundamentalistas, conseguiram implantar o seu paraíso na Europa e um pouco por todo o Mundo. Mas fora da Europa não estão com a arrogância e convicção de poder como na Europa.
Em Portugal, é um tanto estranho, os fundamentalistas tentam confundir-se com quem quer um mundo de paz e harmonia, por assim dizer, o lobo vestiu a pele de cordeiro.
Na Europa, as minorias dominam o poder e tentam prolongar o mais tempo possível a situação, eles sabem que tudo isto tem um tempo, a historia o diz, eles são descendentes de quem teve a mesma ambição e loucura, porque eles lucram sempre, nunca perdem nada, porque também nunca criam nada, nunca produzem nada.
Em Portugal, é uma situação de estranheza, as minorias/fundamentalistas, talvez por eles próprios terem achado estranho, terem-se conseguido instalar com tanta facilidade, manifestam-se com orgulho, vão dominando com convicção a prazo, eles podem não ser inteligentes, porque quem pensa assim nunca é inteligente, mas têm uma certa esperteza e vão exercendo no dia à dia até que tenham a surpresa, porque nenhuma sociedade se poderia aguentar assim por muito tempo, a história nos o diz, porque minorias fundamentalistas abrangem cerca de entre 5% a 10% da população, incluindo todas as minorias.
Então coloca-se a seguinte questão: porque é que 90% da população se deixou dominar por essas minorias?
O Mundo nas ultimas quarto décadas do século XX passou por períodos muito confusos, violentos e estranhos, que no começo do século XXI começou a sofrer as consequências.
Muitos dos conflitos criados ultimamente, foram provavelmente com o intuito de criar deslocações populacionais em massa, impossíveis de controlar, e, esse foi um dos principais objectivos das minorias fundamentalistas, assustar as populações e governantes.
Assim, fundamentalismos ideológicos, étnicos e do género, que sempre existiram, mas agora, assim com tamanha arrogância e domínio da sociedade, viram o seu paraíso instalado.
Logo no inicio da segunda metade de século XX, quando criaram instabilidade no continente africano, apoiados por interesses de grandes potencias mundiais, impediram que os países colonizadores preparassem esses povos para uma independência progressiva e pacifica, que estariam hoje independentes e evoluídos a nível mundial com toda a sua população instalada e viver a sua vida a nível mundial, que era sem duvida a vontade de 90% da população desses territórios.
Assim, esses territórios caminharam para a destruição e os seus povos mesmo com grandes probabilidades de morrer na deslocação, optam por deslocações de milhares de quilómetros procurando refugio noutros continentes, que estão de longe, com muita menos riqueza para explorar.
As minorias/fundamentalistas instaladas no poder ou com poderes para tal, vão criando instabilidade, ao mesmo tempo que se arvoram em protectores, mas que no fim pretendem explora-los também, para que esse êxodo continue, quando a verdadeira riqueza e o futuro desses povos está na sua terra de origem à espera de ser explorada por eles próprios. Esse dia chegará. – é só ler o que disse e escreveu Autóctones há 4.000 anos.
Quando partiram (expulsos) os últimos europeus do continente africano, alguém disse: daqui por 50 anos voltarão, mas nessa data, chamados pelos povos africanos, dando todas as garantias e proteção aos que quiserem vir de novo. Os 50 anos estão quase a chegar.





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