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A mostrar mensagens de setembro, 2019

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

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Óbidos de hoje Óbidos há 100 anos Há cem anos, Óbidos era uma Vila: Rincão de história antiga, com milhares de anos, pacata, mórbida e com idosos sentados nos bancos à frente das casas a olhar para quem passasse, não eram muitos, sem esperanças, à espera que a morte os viesse buscar. Todos os portugueses com mais de 50 anos, lembram-se de ouvir as pessoas transmitir a sua informação verbal a com quem se relacionavam, e os mais velhos, já acima dos 70-80 anos, quando viam algum sinal desconhecido nos céus, diziam logo que seria o sinal do fim do mundo. Quando eles diziam fim do mundo, pensavam que seria o fim do mundo físico, a Terra desaparecia. na realidade previam um fim, o fim de qualquer coisa. Há quem diga nos livros, que nenhuma religião durou mais que 2000 anos. Também há escritos onde se lê que Cristo quando se despediu da Terra, disse: adeus mundo até 2000 anos e não completos. Também é sabido que nas escolas ministradas por igrejas até ao séc. XVIII...
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Est Nac 2 Abrantes Estrada Nacional 2 - Faro - Vila Verde da Raia(Chaves) 735 Km Já é a segunda vez que falo sobre esta Estrada e esta situação. Se esta Plano tivesse sido concluído, Portugal, o nosso pais hoje seria outro, outras paisagens, outra população e distribuída por todo o país de forma equitativa e não aglomerada: 70% da população em 20% do território nacional, como está. No Plano Rodoviário Nacional da década de 40 do século XX, a E N 2, com estruturas e condições de via rápida, seria uma das vias com mais prioridade a ser construída. Seria o eixo de desenvolvimento do país, criando condições ao longo desta Via, para todo o tipo de comercio, industrias e agricultura nacionais e estrangeiras, criando riqueza e produtividade, fixando assim boa parte da população que se movimentava, muitos não teriam emigrado, muitos não teriam ido aumentar o aglomerado já nos grandes centros populacionais do litoral do país.  Com a cidade de Abrantes ao meio do ...
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UMA VIDA NO ESCURO. Nascida no início da década de cinquenta sec xx, numa classe pequeno-burguesa, típico das famílias algo abastadas, agricultura e comércio local. Aldeia bem situada para a Região, começava a beneficiar da modernização dos meios de locomoção. Júlia, fez a Primária com distinção. Era inteligente, aplicada e trabalhadora. Até porque era dos irmãos   a segunda do mais velho e logo que se começou a movimentar por si própria, começou a saber o que custa a vida, olhando pelos seus irmãos mais novos, enquanto a mãe atendia os clientes no estabelecimento comercial, vendendo quilos de arroz, ferramentas para trabalhar no campo e servindo copos de vinho. Quando não havia clientes, ainda dava uma saltada ao campo para ver como iam os trabalhos por lá. O marido nem todos os dias podia acompanhar os trabalhos rurais. Alguns negócios da loja, compra e venda de cereais, faziam com que precisa-se de viajar com alguma frequência. Concluída a 4ª classe para continuar h...