Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã
| Terras que possivelmente Mafalda pisou |
| Partida e meio de transporte que Mafalda utilizou na deslocação para Leiria |
Mafalda viveu há seis gerações (vidas) é pentavó das pessoas que hoje têm a idade dela, quando desta passagem pela vida dela.
Filha duma família de Fidalgos, vivia os seus anos do fim da adolescência, era uma jovem alegre, divertida e com ambições para a vida.
Seu pai, Senhor de muitas terras, gostava de viver a sua vida ao seu bel-prazer e com conforto, mas para tal, precisava de quem lhe gerisse os seus bens de uma forma eficaz, com rentabilidade e confiança.
Decidiu entregar a gestão dos seus bens ao seu Mordomo, o Cristóvão, pois era um homem jovem adulto pelos seus 35 anos, mas tinha sido membro da casa desde muito novo, já conhecia bem os cantos da casa e na prática, já era administrador há muito tempo.
Assim, o seu Senhor, ficava com tempo para as suas caçadas com os amigos e aos fins das tardes com tempo para uns bons petiscos na Adega.
Cristóvão, de imediato quis provar ao seu Senhor que tinha feito uma boa escolha, os rendimentos da Casa Grande Senhorial começaram a aumentar e tudo começou a correr pelo melhor.
Mafalda, a entrar já na idade adulta,18 anos, mostrava interesse pela aprendizagem da gestão dos bens a gerir, era a irmã mais velha de sete irmãos, pois seria ela que tinha que fazer de a Mulher da Casa, sua mãe, pouco mais fazia do que parir filhos e amamentá-los. Mafalda teria então de acompanhar de perto o mordomo-gestor Cristóvão.
Mafalda, tinha muita confiança com Cristóvão, era ele adolescente e ela menina pequena, brincava com ela ao colo, pois havia muita confiança entre a família e Cristóvão, agora que já era adulta, lidava com Cristóvão com todo o à vontade.
Da confiança, nasceu aproximação, da aproximação veio a amizade e da amizade veio o amor.
Inesperadamente, Mafalda apareceu grávida.
Quando a informação chegou ao conhecimento de seu pai, o Senhor, não perdeu tempo e procurou uma das muitas armas caçadeiras que tinha lá por casa e foi à procura de Cristóvão.
Cristóvão sabia que o seu Senhor não hesitaria em desferir-lhe um ou mais tiros certeiros para descarregar a raiva e vingança da desonra da sua filha. Fugiu a sete pés para o meio dos matos das redondezas, mas quando a fome apertou aproximou-se.
Mafalda amava Cristóvão, arranjou um mensageiro secreto e pela calada da noite mandou-o recolher e meteu o no esconderijo menos suspeito para o seu pai e era ali que Mafalda alimentava secretamente o seu amado.
O Senhor, pai, prevendo que com a fome Cristóvão se aproximaria, mandou montar guardas-espiões da sua confiança, para o poder receber de tiros certeiros, mas todo o pessoal da casa gostava muito de Mafalda e de Cristóvão, por isso, estavam todos do seu lado, as informações não chegavam ao pai e ale apercebeu-se.
Tentou convencer a filha Mafalda para desmancharem a gravidez sem que ninguém soubesse, seria a maior vergonha da família.
Mafalda não aceitou, aí o pai decide envia-la para uns parentes em Leiria, dizendo que ia para tratamentos Termais e quando a criança nascesse ficaria com as tias solteironas. Mafalda regressaria à terra e ninguém saberia de nada.
A vagem era longa, 70 Léguas para fazer de charrete(conforme foto) atravessar grandes rios em cima de Barcas.
Já em Leiria, o tempo passou e a criança nasceu, uma menina.
Ainda o período de amamentação não tinha terminado, o pai obriga Mafalda a regressar a sua Casa, coisa que abalou muito Mafalda, abandonar a sua querida filhinha ainda sem a ter amamentado.
Já em casa, procura contatos secretos com Cristovão e deita mãos á obra para reerguer a Casa Grande.
O Senhor seu Pai, com tal desgosto, entrou no relaxamento, os copos e as gorduras da caça, entrou em fim de vida e faleceu.
Mafalda chorou muito a morte do pai, como filha mais velha, queria presenteá-lo com um casamento senhorial digno da família.
Para recuperação rápida da Casa Grande, mandou chamar Cristóvão, nomeia-o como gestor novamente, mas na condição de sem qualquer aproximação amorosa..
Mandou de imediato ir buscar a filha a Leiria para junto de si mãe.
Quando o luto familiar pelo pai terminou, que nessa era eram 4 anos, reaproxima-se de Cristóvão, decidem casar, porque eles continuavam a amar-se em silencio, tiveream mais filhos, quatro rapazes e quatro raparigas, reconstruiram uma Grande Casa e a família perdurou por séculos, com muitos descendentes nos dias de.
Esta história verdadeira vais sair em livro brevemente, mito mais extensa e ao pormenor.
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