Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 
 

MUITA Gente conhece estes monumentos naturais fálicos no centro de Portugal. Serão mesmo

naturais, ou teriam sido feitos por civilizações nossas antepassada

Recentemente, foi encontrado nesta região, uma caveira humana e levada para análise na Universidade Complutense de Madrid, uma das mais avançadas nestas investigações em todo o mundo, o resultado foi que esta caveira pertencia a um ser humano que terá vivido nesta região há cerca de 400.000 (quatrocentos mil ) anos.

É sabido historicamente que das várias civilizações que viveram no território ocidental da Europa, desde há cerca de 1.500.000 (milhão e meio de anos), para alem da adoração ao Sol e ao Fogo, que depois outras crenças baseadas nestas, surgiram por todas as civilizações que se seguiram: fecundidade, maternidade e todo o mistério da vida, até ao paganismo e depois o cristianismo.

Também é sabido, que o território que hoje é Portugal, por várias vezes, ao longo da sua existência já foi parcialmente ocupado e desocupado pelo mar, submerso e posto a descoberto. Estes monumentos teriam sido moldados pelas águas e/ou pelo erosão dos tentos! É pouco credível que as águas ou a erosão dos tempos tivesse moldado tais monumentos a ponto de ficaram tão parecidos com partes do corpo do homem, assim como são conhecidos monumentos naturais parecidos com partes maternais da mulher.

Também já foram encontrados objectos em outros pontos do planeta Terra, em escavações profundas e perfurações de montanhas, com tecnologia muito mais avançada do que a que hoje existe no planeta Terra, isto só demonstra que no nosso planeta já podem ter vivido civilizações muito mais avançadas do que a nossa, e que desapareceram.

A região onde se encontram estes monumentos, pode ter sido habitada por civilizações que, de acordo com as suas crenças e culturas, podem ter criado estes monumentos, embora paire sempre a dúvida, mas como se costuma dizer, para que continuemos a evoluir é necessário que as duvidas continuem.

A nação lusa, muito mais antiga que Portugal, formou-se de vários povos que habitaram originariamente a parte ocidental da Península Ibérica, povos que viveram bem, deixaram vestígios da existência de povoados que viveram há 5.000/10.000 anos ou muitos mais, deixaram vestígios de povoados onde viveram com riqueza e fartura, mas desde que se formou Portugal, por vários períodos passou, de glória e de estagnação. Actualmente e desde há algumas décadas, tem estado no poder uma classe de governação que não lhe interessa que os portugueses tenham uma vida das melhores da Europa, mas estão-se a desenvolver condições para repor a vida que os portugueses desejam, merecem e é possível. É preciso é ir substituindo essa classe dominante anti-portugueses por governantes que proporcionem aos portugueses uma vida melhor, porque Portugal tem condições para que as populações que cá vivem, tenham uma vida de nível mais elevado, um dos níveis de vida dos mais elevados da Europa.

É preciso ver que, a parte ocidental da península ibérica sempre atraiu povos de outras paragens. A via da prata ou rota da prata, que vinha do Oriente, atravessava o mediterrâneo e entrava no sudoeste da península ibérica atravessando toda a costa ocidental, foi por causas desta rota da prata que os romanos construíram as grandiosas pontes de Medida no rio Guadalquivir, e a ponte sobre o Tajo/Tejo em S. Pedro de Alcântara em Espanha, próximo da fronteira com Portugal, pontes que passados 2000 anos ainda suportam perfeitamente o trânsito dos dias de hoje. Estas duas pontes eram autenticas minas em portagens que os caminhantes negociantes que lá passavam tinham que pagar, mas se eles preferiam dar essa volta e pagar portagens caras, era porque compensava fazer essa rota, porque os povos dessas regiões tinham muitos minérios para vender e dinheiro para comprar o que eles traziam.. até ao mar cantábrico, para depois ligar à Bretanha francesa e ilhas britânicas, esta via tem muitos milhares de anos, talvez 5.000 ou mais

Se os transeuntes escolheram todo este território, dando esta volta, há investigadores que dizem que as razões eram: o poder de compra das gentes destas regiões, a boa socialização e confiança que estas gentes ofereciam, não é por acaso que os lusos ainda são um dos povos de mais confiança do mundo, e também a segurança que eles sentiam, pois para atravessar os Pirenéus, estavam sujeitos a assaltos perigosos que por vezes lhes poderia custar a morte, enquanto que pelo ocidente tinham toda a confiança.

 

 

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