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QUE CAMINHO SE ESTÁ A SEGUIR ?...

 Vivemos tempos especiais, o nosso Portugal está a passar por um período muito especial, um dos mais importantes da nossa história.

O Covid-19, será ou não, fica ao critério de cada um e da sua interpretação, uma consequência do período que estamos a passar, ou estamos a passar este período especial influenciado pelo Covid-19.

Quem começou a ter consciência do meio que o rodeava na década de setenta do século anterior, lembra-se que começavam a aparecer livros escritos por observadores que não deixavam passar sinais dados pela sociedade que anunciavam, que uma grande mudança na humanidade poderia estar prestes a começar, seria só por algumas décadas.

Mas essa mudança não seria apenas uma forma diferente: de vestir, de falar, de pensar, de namorar, de sexo ou coisa parecidas. Não, essa mudança anunciava-se muito mais profunda, até alguém falava em doenças tecnológicas.

As décadas foram passando, ao longo das décadas havia estudiosos e investigadores que iam falando nessas mudanças que se avizinhavam, uns falavam lá par meados do sec. XXI, outros que seríamos logo nas primeiras décadas do século, mas ninguém arriscava com datas mais certas.

Eis que na segunda década deste século já estamos em plena mudança.

Mas ainda existem muitas pessoas que ainda não acreditam.

Quem são essas pessoas?

São aquelas pessoas que desde o inicio dos sinais evidentes que a sociedade vinha dando, não quiseram acreditar nem queriam deixar que alguém acreditasse, porque eram eles os que detinham o poder, que tomaram o poder após as revoluções do século XX e foram passando esse poder aos seus descendentes, pensando eles que assim o poder nunca lhes fugiria, porque desde alguns séculos para cá, assim sempre aconteceu com as revoluções. Foram eles que se apoderaram das universidades, das empresas, do poder político, criando organizações secretas e políticas e reforçando as que já tinham criado. Criando organizações políticas clientelares à base de subsídio-dependentes, para assim através de sistemas eleitorais manipulados terem sempre a hipótese, mesmo que temporariamente perdessem o poder, o recuperarem novamente sem que se passasse muito tempo.

Foram instruindo e preparando ao mais alto requinte os seus descendentes para que assim o poder nunca lhes fugisse do seu controlo.

Este sistema só é possível com uma boa dose de corrupção, assim, a corrupção passou a fazer parte da culturas deste estrato social, dinheiro, cunhas, influencias e outras coisas mais, era ver muitos descendentes desta gente, falar em corrupção como se fosse um valor social inevitável e assente para se conseguir viver, fazia e faz parte da sua própria cultura.

Os meios de comunicação social, também foram dominados por esta parcela de gente, aliás, quase sempre uma boa parte dos meios de comunicação estivaram nas mãos deste tipo de pessoas.

O mundo começou a evoluir muito, as gentes, por umas razões ou por outras, foram obrigados a movimentar-se e nada mais fará evoluir tanto uma pessoa como: viajar e contactar com outros povos e outras culturas, sobretudo no trabalho e no estudo, Nas viagens já se aprende menos, será sempre a melhor universidade do mundo em todos os tempos.

Assim, o cidadão comum passou a frequentar a melhor universidade do mundo, enquanto esse pequenos estrato social dominante, também conhecido por elites, frequentava a pior universidade do mundo, a de entre quatro paredes. Por isso deixou-se ultrapassar.

Mas o cidadão comum, foi inteligente ao aperceber-se que também precisaria de frequentar essa universidade entre quatro paredes e, juntamente com o seu trabalho, frequentou as duas universidades, enquanto que  a elite só frequentou uma e com demasiado tempo, porque não sabia fazer outra coisa.

O período de transição da mudança chegou ao fim e a mudança ei-la que chegou.

Agora é ver o cidadão comum a tomar medidas certas com a verdade natural, enquanto as elites fartam-se de escrever coisas sem significado e sem interesse. É ver os meios de comunicação dominados por essas elites em queda vertical nas audiências, enquanto os meios de comunicação utilizados pelo cidadão comum sobe exponencialmente o índice de audiências.

Em fim, poderemos estar a assistir a uma evolução das sociedades de tal maneira, que poderá ser uma nova era  e uma nova forma de viver.

 

 

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