Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Captada em Portugal recentemente 
Captada em Portugal recentemente


Que sociedade gostaríamos de ter. Que sociedade alguns gostariam de ter. Que sociedade vamos ter - em Portugal!?

Dizem os jovens portugueses, entre os 20 e 30 anos, que a sua geração  já assistiu à 2ª crise no país. A realidade não é essa, em crise já vivemos há mais de 4 décadas, embora com períodos amenizados, dando a ideia de grande fulgor, só que o fulgor não era real e só era para alguns.

Vejamos que e nos últimos 45 anos, Portugal já teve 3 crises financeiras, mais ou menos bancas rotas, com a intervenção de bancos estrangeiros.

Desde o inicio da revolução que os impostos nunca pararam de disparar subitamente. É preciso ver que no período revolucionário fugiram para o estrangeiro cerca de 30.000 (trinta mil) empresários e financeiros, na sua maioria na idade empreendedora, que eram os que estavam a alavancar a economia nacional, para quem se lembra, sabe tudo o que se passou e como ficou Portugal, e profissionais destes não se criam em meia dúzia de anos e só nas universidades.

Após a adesão à EU - na altura CEE, ouve um forte aumento dos impostos dos portugueses, dizendo que era para contribuir para o Fundo Europeu de onde viriam grandes subsídios europeus para a economia portuguesa e elevar Portugal ao nível de desenvolvimento dos outros países da Europa e por conseguinte, os portugueses passariam a ter um nível de vida igual aos outros europeus.

Só que, esses subsídios, na verdade vieram, mas foi só para alguns, era vulgar ouvir-se dizer, quando recebiam os subsídios, depois de fazer obras na residência e mudar de carro, pouco ficava.

Construíram-se muitas obras, mas algumas nunca chegaram a ter utilidade, só foi para movimentarem os fundos e dali poderem subtrair uma boa parte, por meio de corrupção, para alguns.

Passou a haver tantas universidades e tantos cursos, números superiores a alguns países europeus com 4 ou 5 vezes mais população que Portugal, muitas delas era só para receberem os subsídios.

Isto foi-se aguentando por duas décadas, então aí, quando já alguns anos atrás havia muitos avisos, a situação começou a ficar sem controlo.

Os vícios e hábitos que se foram criando nas gerações que se foram criando não ajudaram nada a que se criasse uma sociedade promissora e próspera.

Muitos dos jovens que iniciavam a sua vida e pensavam numa vida a nível do seu pensamento, optaram por emigrar e assim, nos últimos anos emigrou uma boa parte dos quadros técnicos que poderiam desenvolver e prosperar Portugal.

Foram ficando, aqueles que ainda pensam que é através do partido que poderão atingir um nível de vida desejado.

Que sociedade vamos ter em Portugal!!! Talvez uma sociedade que ninguém imaginará, pois a nova sociedade em Portugal, poderá vir a ser construída por aqueles que acreditam muito em Portugal, nas suas potencialidades, no valor e capacidade que os portugueses têm de construir e criar riqueza.

 










 

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